Agora na Apremavi: parcialmente nublado, 22°
Busca
Tamanho do texto A A A

Educação Ambiental e Informação

Promover a ampliação da consciência ambiental de indivíduos e organizações públicas e privadas em Santa Catarina, através de atividades de informação e educação ambiental

As atividades de Informação e Educação Ambiental são realizadas permanentemente pela APREMAVI como recurso complementar, visando dar maior consistência às ações e projetos que desenvolve. A maioria dos materiais educativos (cartilhas, livros e vídeos) utilizados nos cursos que promove são produzidos pela própria Associação, obtendo reconhecimento local e nacional, com premiações importantes.


Jogando o jogo "Fique Legal" durante o encontro nacional dos escoteiros, em Brasília (DF).

Publicações

Entre as cartilhas produzidas, destacam-se Educação Ambiental - Que Bicho é Esse? (1994), considerada “material exemplar” em uma avaliação nacional feita pelo Instituto Ecoar para a Cidadania de São Paulo com o apoio da Universidade de São Paulo; Mata Ciliar (1995), desenvolvida para apoiar o início de trabalhos de recuperação de matas ciliares ou outras áreas degradadas; Paisagismo e Arborização (1997), desenvolvida visando orientar trabalhos de arborização urbana e rural, com ênfase nas possibilidades de utilização de plantas nativas; Agricultura Orgânica (1997), que orienta agricultores e técnicos interessados em iniciar trabalhos de agricultura orgânica.

Em 2002, a APREMAVI organizou e editou o livro A Mata Atlântica e Você – Como preservar, recuperar e se beneficiar da mais ameaçada floresta brasileira (20 mil exemplares), um guia prático para aqueles que trabalham no dia-a-dia com o bioma no campo ou nas cidades, que reúne artigos e informações qualificadas sobre a Mata Atlântica. Em 2004 editou o livro Floresta com Araucária – Um símbolo a ser salvo da extinção (10 mil exemplares), uma publicação que traz informações importantes sobre o mais ameaçado ecossistema da Mata Atlântica.

Em 2005 e 2006 foram produzidos os seguintes kits educativos: “Planejamento de Propriedades e Paisagens” e “Matas Legais”.

Em 2005 também foi editado o livro "Barra Grande - a hidrelétrica que não viu a floresta" e em 2007 foi lançado o livro "No Jardim das Florestas".

Vídeos

A carência de materiais e educativos sobre os temas ecológicos no Brasil, bem como a linguagem inadequada dos poucos materiais disponíveis, levou a Associação a iniciar a produção de vídeos com fins educativos. Desde 1992, seus principais produtos são:

  • Pinheiro Brasileiro - Sua Vida, Seu Papel, Seu Destino (1992, 33 min.) que, ao abordar a realidade da Floresta Ombrófila Mista (na qual predomina a Araucaria angustifolia) em Santa Catarina, foi fundamental na luta pela criação da Área de Relevante Interesse Ecológico da Serra da Abelha
  • Mata Ciliar (1994, 23 min.), um dos primeiros e mais importantes vídeos realizados no Brasil sobre o tema, foi classificado entre os 16 finalistas do I Festival Brasileiro do Vídeo Ecológico (1995)
  • Agricultura Orgânica (1997, 26 min.) demonstrando as inúmeras vantagens sociais e econômicas da agricultura orgânica.em comparação com a agricultura química
  • Mata Atlântica - O Renascer das Florestas I e II (20 min.1997 e 1998) - Mostram a riqueza e a biodiversidade da Mata Atlântica e as principais ameaças que esse importante bioma vem sofrendo. Abordam a importância de preservar os remanescentes primários e apresentam métodos e técnicas de enriquecimento para as florestas secundárias. Já foram distribuídas mais de 500 cópias em todo o Brasil.
  • Mata Atlântica – Uma Grande Oportunidade (2001, 11 min.) revela as inúmeras oportunidades de negócios e investimentos sustentáveis que os remanescentes florestais da Mata Atlântica oferecem
  • Barra Grande – a hidrelétrica que não viu a floresta – (12 min. 2005) Produzido em DVD, o vídeo mostra a situação dos remanescentes florestais de araucárias na região do Vale do Rio Pelotas, na divisa de SC com o RS, que se encontram ameaçados pela construção de uma hidrelétrica construída com bases em um EIA/Rima fraudado.

Em 2007, por ocasião dos seus 20 anos, foi editado o vídeo "A natureza de quem faz a diferença".

Atividades com a Comunidade

Uma outra forma adotada para trabalhar a educação ambiental, é a realização de diagnóstico socioambientais, com o posterior planejamento junto com a comunidade. No ano de 1997, com a participação da FAVi - Fundação Água Viva, foi realizado um trabalho de mobilização social na microbacia do Rio Dona Luiza, na comunidade de Alto Dona Luiza, município de Atalanta. Realizou-se um diagnóstico a 100%, cujo resultado foi apresentado à comunidade em 6 reuniões. Os moradores participaram da discussão dos problemas, apontaram soluções e iniciaram a sua implementação, constituindo comissões de trabalho para diversos temas.

Já no primeiro ano começaram a aparecer os primeiros resultados concretos, como por exemplo, a construção de um depósito de lixo tóxico, a melhoria do paisagismo ao longo das estradas, a construção de um secador comunitário de cereais, a campanha para controle do borrachudo, iniciativas de agricultura orgânica e ecoturismo.

Desde 2001 a Apremavi vem atuando em parceria com a Prefeitura Municipal de Atalanta, para a realização de um trabalho parecido para todo o município. Este trabalho culminou com a realização do projeto "Planejando Propriedades e Paisagens".

Campanhas de conscientização

Uma importante ferramenta de conscientização são as campanhas através da internet. As campanhas mais recentes foram "Barra Grande" e "UCs para as Arucárias Já".

A campanha Barra Grande contou com a participação direta de cerca de 2.500 pessoas, que enviaram um protesto on line ao governo federal, através do site da Apremavi. Todo o material da campanha foi compilado num dossiê que se encontra disponível neste site.

A campanha "UCs Já" foi uma campanha iniciada pela Rede de ONGs da Mata Atlântica e apoiada pela Apremavi. Numa ação de poucas horas, criou-se uma plataforma apresentando de forma sucinta informações relacionadas à criação das novas Unidades de Conservação para a Floresta com Araucárias nos estados do PR e SC, bem como a possibilidade de enviar um carta on line ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), solicitando a rápida implementação das Unidades de Conservação já decretadas e/ou em planejamento. Cerca de 40 websites e/ou empresas apoiaram a iniciativa (www.rma.org.br/sosaraucarias/listapoio.htm). Nas primeiras 48 horas, mais de 1.500 pessoas participaram, até final de janeiro de 2006, a participação somou mais de 4.700 cartas online enviadas.

Esse tipo de campanha é muito importante para consolidar a conscientização ambiental.

Ferramentas

Imprimir
Enviar por e-mail
 
© Copyright 2002-2010, Apremavi - Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida.