Agora na Apremavi: parcialmente nublado, 13°
Busca
Tamanho do texto A A A

Apremavi e ADM pedem indeferimento de PCH em Taió

Autor: Miriam Prochnow. Publicado em 30/01/2008.

Aspecto do rio Itajai do Oeste na altura onde pretendem construir a PCH Rudolf

A Apremavi encaminhou no dia 28 de janeiro de 2008 um ofício ao presidente da Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) solicitando o indeferimento do licenciamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Rudolf, do empreendedor Heidrich Geração Elétrica Ltda, que pretende ser construída na localidade de Ribeirão das Pedras, distrito de Passo Manso no município de Taió (SC).

O ofício que foi assinado em conjunto pelo presidente da Apremavi, Edegold Schäffer, e pelo presidente da Associação de Desenvolvimento da Microbacia do Ribeirão das Pedras (ADM), Antonio Noriller, foi acompanhado de um relatório de vistoria do local que aponta os prováveis impactos ambientais que serão gerados pela obra.

O relatório foi elaborado pelos técnicos: Leandro Casanova da Apremavi e Fredy Hedler da ADM, após vistoria realizada em dezembro de 2007. O relatório aponta que para abastecer a PCH, deverá ser construída uma barragem na altura de uma ilha existente no rio Itajaí do Oeste. O muro da barragem cortará não somente o rio, mas será construído perpendicularmente pela ilha, para desta forma aproveitar também a água do braço do rio que passa no outro lado da mesma. A partir do barramento será construído um canal de derivação de água, a céu aberto, que passará na altura da meia encosta por 28 propriedades, num percurso de mais de 3.600 m.

Ao passar por essas propriedades o canal irá cortar dezenas de nascentes e pequenos riachos localizados perpendicularmente ao seu eixo longitudinal, deixando o solo exposto e sujeito aos efeitos da erosão e também comprometendo irreversivelmente o abastecimento de água das propriedades.

De acordo com o relatório, além dos impactos do canal já mencionados acima, a obra irá comprometer um percurso do Rio Itajaí do Oeste em uma distância de aproximadamente 5.000 m. A inexistência de estudos, principalmente no que se refere ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA), traz sérias incógnitas sobre as conseqüências ambientais da obra sobre a comunidade do entorno. Entretanto a simples observação “in loco” do que o projeto pretende, dá indicativos de que o empreendimento é inviável do ponto de vista da sustentabilidade ambiental.

O relatório aponta ainda que já existem duas outras PCHs instaladas a montante, em rios tributários do Itajaí do Oeste, de propriedade do mesmo empreendedor e que já impactaram em muito a região.

A primeira PCH é a Bruno Heidrich Neto, também conhecida como “ex-cachoeira do rio Rauen”. Foi construída no rio Rauen, aproveitando a queda d’água de 65 metros da cachoeira do mesmo nome. A construção dessa PCH teve como impacto ambiental imediato a secagem da cachoeira, comprometendo a vazão do rio e a paisagem.

A segunda PCH a jusante da primeira, que segundo moradores da região está em construção há cinco anos, pretende aproveitar a água do rio Rauen e do rio das Pacas, desviando as mesmas por um canal de 2.000m construído a céu aberto. Os relatos dos moradores locais demonstram que a construção desse canal está seriamente comprometida devido à fragilidade do solo, com ocorrência de eventos erosivos e grandes desbarrancamentos, tendo como conseqüência a não conclusão da obra até o momento.

Segundo o técnico da Apremavi, Leandro Casanova, infelizmente esta não é a única situação no estado, onde PCHs causam grandes impactos ambientais, especialmente quando construídas uma na seqüência da outra: “deveria ser feito um esforço para analisar todos os projetos existentes no seu conjunto, porque a análise individualizada compromete a real avaliação dos impactos ambientais”, comenta Leandro.

Cópias do ofício e do relatório foram enviados aos chefes do Ministério Público do Estado de Santa Catarina e do Ministério Público Federal.

Fotos de Leandro Casanova e arquivo ADM

Arquivos anexos

Relatório da Vistoria PCH Rudolf (5.37mb)


Comentários

Cidadãos Neotrentinos em 31/01/2008 às 18h20
Meus parabens, precisamos nos mobilizar en conjunto, em efeito cascata, tanto pessoas fisicas como instituições. Esta matéria é parecida com a que iremos comentar a seguir dacidade de Nova Trento no distrito de Aguti. Recentemente, em 2007, no calar da noite, em absoluto silêncio sem consulta a comunidade sem direito de defesa, a FATMA concede a licença para uma supressão rasa em área de APP (área de preservação permanente ) as margens do rio Alto Braço de 5 hectares de mata virgem para a instalação de 3 PCHs, uma na sequência da outra, incluindo um tunel para desvio de um rio de 4 km. Acontece que, tudo isto a princípio foi feito sem o EIA-RIMA (estudo de impacto ambiental ). Não se consegue informação alguma, foi solicitado a Secretaria Municipal do Meio Ambiente informações sobre o licenciamento, que deveriam estar a par do fato, porém a resposta não podia ser diferente, não temos informações a dar, para maiores informações somente com a FATMA. Estas Hidrelétricas são de propriedade privada, comprovadamente, e a licença emitida pela FATMA, segundo informações, este empreendimento foi liberado como de utilidade pública, para se enquadar na resolução 369 do conama, sabendo que não existe nada de público neste caso. Então, cansados de ironias foi solicitado ao Ministério Público que determine a apuração dos procedimentos adotados para a concessão das referidas licenças, tanto para a supressão de vegetação como para a construção das PCHs. Isto tudo não é un tanto vergonhoso ? Existe muita coisa obscura. Precisamos de ajuda, Nova Trento precisa de ajuda.

Angelo Sardá em 01/02/2008 às 08h22
Parabéns pela iniciativa. Como cidadão do Alto Vale quero expressar minha gratidão por mais este trabalho. As fotos deixam clara a importância desta ação. Agora é questão de a sociedade cobrar dos órgãos competentes que mostrem competência, fazendo que leis sejam cumpridas e tomando decisões com bom senso.

Glauco Roberto Marins Polita em 01/02/2008 às 10h14
O que nos surpreende não é o fato do empreendimento em si, mas sim o de que a falta de planejamento adequado o desrrespeito a Legislação Ambiental o descumprimento as normas ambientais, onde um dos principais itens para a realização ou não de tal obra o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental não seja cumprido. Ainda, que os mesmos não sejam apresentados sob forma de audiência pública à sociedade para que a mesma se manifeste favorável ou não, levantando os prós e os contras, é lamentável. Ainda bem que temos pessoas engajadas em identificar tais arbitrariedades e denunciar à sociedade. Parabenizo a APREMAVI pela ação! Todos de olho no que é de todos!

Joel da Luz em 01/02/2008 às 20h08
É uma pena que certas empresas com o intuinto de lucro e interesse, possa pensar somente em estragar o meio ambiente para obter lucro. precisamos nos unir para fazer-mos com que aja conciência nestas empresas e voltem atrás em seus projetos.

Daiana Tânia Barth em 05/02/2008 às 14h56
Também quero parabenizá-los por mais essa iniciativa, afinal, precisamos urgentemente formar cidadãos conscientes para exigir soluções imediatas às respectivas lideranças.
Tudo o que está acontecendo de certa forma, é culpa de todos. Se o filho é mal educado ou vai mal na escola, é porque os pais e professores falharam em alguma coisa; se os políticos agem de má fé, foi porque escolhemos os representantes errados, ou seja, é uma consequência dos fatos. Então se apesar de tanto debate em prol da defesa do meio ambiente existem pessoas que ignoram a importância da preservação, é porque ainda não alcançamos o alvo do problema.
É uma pena, mas é assim que costruímos nossa história, passo a passo e são através de instituições como Apremavi que fazem realmente a diferença que são capazes de mudar o mundo.
Ressalto ainda que me coloco a inteira disposição para novos e eventuais projetos para conscientização da sociedade e de seus respectivos governantes.
Grata Daiana Tânia Barth - Atalanta - SC.

Curt Lindner em 20/02/2008 às 10h33
Trabalho com montagem de usinas há 45 anos no Brasil e países vizinhos. Conheço a Heidrich há décadas. A família Heidrich desenvolve atividades industriais, gerando riquezas, desenvolvimento e oportunidades para a região, empregando centenas de pessoas há 60 anos; fornecendo-lhes em seus parques fabris, moradia, água e energia elétrica (gratuita). O Brasil desperta o interesse do mundo, pela sua rica capacidade hídrica, especialmente para a geração de energia. Levemos em conta que a atividade hidrelétrica não consome água, apenas utiliza e devolve em melhores condições, não gerando poluição; as usinas da Heidrich são construídas a fio d'agua, constituíndo mínimo impacto ambiental. Meu sonho - e de meu pai - sempre foi ver Santa Catarina auto-suficiente na geração de energia, assim como o Paraná. Lamento tantos entraves e lamento mais ainda é que pessoas completamente desinformadas emitam opiniões sem conhecimento de causa. São pelo menos uma dúzia de usinas na região, sem nunca promover danos à natureza, que sempre foi protegida pela Heidrich, que desenvolve programas de preservação e reflorestamentos, em completa sintonia com as necessidades e respeito ao meio-ambiente. Me decepciono com opiniões desqualificadas sobre as hidrelétricas que é a melhor fonte de energia limpa disponível na natureza. Abençoado e feliz nosso estado que tem recursos para cosntruir novas usinas hidrelétricas, necessárias à sobrevivência, ao progresso e conforto das pessoas. Muita gente age de maneira equivocada e se delas dependêssemos, quem sabe estaríamos habitando as cavernas, uma vez que energia elétrica é insumo essencial e indispensável à vida. Proponho um exercício: fiquemos pelo menos 24 horas sem energia elétrica.

A disposição,

Curt Lindner
Técnico em hidrelétricas

Alexandre Victor Butzke em 20/02/2008 às 10h48
É triste ver que ao invés de auxiliar na melhoria nos projetos e sua execução existem entidades que simplesmente pretendem inviabilizar a instalação de projetos importantes ao desenvolvimento da região.
Sou cidadão de Taió e acompanho o empenho no projeto da PCH Rudolf, para sua aprovação e instalação. Pelo que tenho conhecimento, as exigências ambientais estão sendo rigorosamente seguidas para a aprovação nas esferas governamentais.
Todos são cientes da crise energética que assola o país e graças à esforços como os dos pequenos produtores de energia é que ainda não somos obrigados ao racionamento energético.
Qualquer tipo de atividade ou construção gera impacto ambiental, mas mesmo assim somos obrigados suportar tais impactos para o desenvolvimento do pais.
Por outro lado na geração de energia a forma que gera menor impacto ambiental e gera energia limpa é a Pequena Central Hidroelétrica do tipo Fio de Água, que é a que se pretende neste projeto. Não bastasse isso, qualquer alteração no ambiente certamente será devidamente recuperada no local ou ainda em outro local.
A família dos sócios da Heidrich Geração Elétrica Ltda., está radicada na cidade de Taió há mais de 50 anos, gerando inúmeros empregos, prestando importante auxilio e serviços à comunidade e pagando em dia todos os seus compromissos, são pessoas sérias e compromissadas com o desenvolvimento da região.
Portanto, antes de acusarem, sugiro que oportunizem a todos os envolvidos ampla defesa das acusações que lhes estão sendo imputados.
Tal empreendimento é importante para o crescimento, geração de renda e impostos ao município de Taió, alem de geração de energia elétrica tão necessária ao Pais.
Alexandre Victor Butzke

Dr. Rodrigo Oenning em 20/02/2008 às 11h11
Lamentável a situação em que vivemos.... Dá-se a idéia de que estamos vivendo numa era medieval, para não dizer comunista.
Em breve, estaremos utlizando lampião em nossas casas.
Triste ver países como Índia, China e Rússia, crescerem entre 7 a 10% ao ano, e o Brasil apanhando para crescer 5%, e ainda falam em economia de energia. A demanda de energia elétrica, é totalmente ligada ao crescimento do PIB, sem energia, sem dinheiro, sem empregos, etc....

Revejam os conceitos....

Fernando assis em 20/02/2008 às 12h51
Conheço a Heindrich e também o Sr. Curt Lindner.
Acompanho o trabalho destas pessoas a anos. E tenho absoluta certeza que o meio ambiente deve muito a pessoas como esta.
Pois tenho certeza que eles se preocupam e muito com o meo ambiente, mais do que certos " ambientalistas" , que se preocupam mais em agitar do que com o próprio meio ambiente...
Sem contar que este empreendimento é suma importância para toda Santa Catarina... Principalmente para a região de Taió...

Como diz o Dr. Rodrigo: " Revejam seus conceitos! "

ALVARO TIZER em 20/02/2008 às 13h52
Um pais que deseja desenvolver seu povo precisa gerar fontes de energia.
Neste momento em que vemos cartões corporativos serem utilizados indevidamente é de lamentar que iniciativas como está sejam reprimidas.
Parabéns aos investidores que tem coragem de investir num pais cheio de problemas como o nosso.
Chega de hipocrisia...
Taió - Alto Vale - SC e o Brasil necessitam de energia .

Urbano Schmitt Júnior em 20/02/2008 às 16h37
Caros comentadores em contrário,

É muito triste quando vemos pessoas que manifestam suas opiniões a partir de relações afetivas e, a partir daí, fazem seus julgamentos.
Da mesma forma, opinar sem conhecimento é leviano, como leviano é dizer que se conhece algo sem ter claro todas as relações do fato com o meio que será afetado, bem como, as alternativas para se buscar o fim desejado. Olhar só o lado econômico da coisa é miopia.
Não quero entrar em polémicas despropositadas, nem em eventuais provocações de quem insiste em não querer enchergar a realidade nem, muito menos, assumir as suas parcelas de culpa e responsabilidades com o estado do nosso Planeta Terra, que, convenhamos, cada um temos um pouco.
É um imperativo ético buscarmos modificar nosso modelo de desenvolvimento fundamentado na exploração predatória dos recursos naturais, que já provou ser equivocado e cujo sinal de alerta quanto ao futuro do nosso planeta já está acionado há algum tempo.
Preservarmos o pouquíssimo que resta do nosso ecossistema e, garantindo minimamente o equilíbrio ambiental, possibilitarmos vida às gerações futuras é um dever moral de cada um e das instituições.
Precisamos combater os maiores predadores da natureza:o consumismo (que é o grande responsável pela demanda de energia);o egoismo; o individualismo e a ganância que levam as pessoas a não terem cuidado com as demais comunidades de vida do nosso planeta e, muito menos, responsabilidade com as futuras gerações.
Parabéns e muita força e sucesso para os que lutam por um mundo melhor, que só acontecerá com a convivência harmônica e equilibrada das pessoas entre si e da humanidade com todos os demais seres vivos e não vivos do planeta.
Urbano Schmitt Júnior
Voluntário e Educador Ambiental

BRUNO PEIKER em 20/02/2008 às 16h42
Parabéns à Heidrich Geração Elétrica Ltda, pela iniciativa e coragem em investir pesado numa área que tem como produto final a energia elétrica, matéria prima para o desenvolvimento que nos proporciona bem estar e conforto. Sou Taioense e trabalho com muito orgulho para a família Heidrich a mais de trinta anos. Agradeço pela responsabilidade e transparência que sempre trataram seus colaboradores e o meio ambiente. Não podemos nos curvar por declarações infundadas por pessoas e instituições com atitudes levianas que dizem e divulgam sem o devido e real conhecimento.

Odirlei Haveroth em 20/02/2008 às 16h45
Impactos Ambientais na verdade säo inevitáveis, quem sabe a populaçäo prefere viver sem energia elétrica ou pior ainda como os Países europeus com usinas atômicas deixando toda a populaçäo com os nervos a flor da pele, como aconteceu a poucos meses na Alemanha técnicos autorizados montaram parafusos e buchas de maneira incorreta e com isso acarretando a populaçäo local níveis elevadíssimos de radiaçäo. Energia pro Futuro .


Gabriel Schmitt em 21/02/2008 às 14h05
Parabenizo a iniciativa da Apremavi.
A nossa Mata Atlântica está sendo sepultada aos poucos e ainda tem gente que defende empreendimentos assassinos de ecossistemas.
Fico feliz por saber que, cada vez mais, a Apremavi tem se empenhado em uma batalha por mais qualidade de vida e equilíbrio ambiental para todos.
Reafirmo, então, meus parabéns a todos aqueles que lutam por um meio ambiente mais sadio. Este trabalho e iniciativa em favor da VIDA devem continuar.

Gabriel Schmitt.
Mestre em Sociologia Política e Professor Universitário

Angelo Sardá em 21/02/2008 às 21h04
É compreensível que pessoas subordinadas ao poder econômico por trás do empreendimento se manifestem de acordo.
Não há dúvida que precisamos energia, e que usinas hidroelétricas em muito casos sejam as melhores alternativas.

O problema é que, conforme estou informado, "As obras desta PCH começaram sem o licenciamento do órgão ambiental do estado, sem EIA (estudo de impacto ambiental) e está passando por cima do direito de propriedade de alguns moradores da comunidade que não compactuam com esse empreendimento."

E isto é um crime muito sério, ou pelo meno seria aqui no país que vivo. Quem cometesse tal infração aqui na Alemanha, provavelmente teria que passar algum tempo na cadeia.

Se o Brasil for um país no qual leis são respeitadas, os responsáveis por esta infração serão processados e possivelmente condenados. Será? O Brasil ainda hoje é famoso pela corrupção e por ser um país no qual o poder econômico "compra a justiça".

Herr Haveroth, mit Ihrer Behauptung über ein "äußerst hohes Strahlngsniveau" durch einen Zwischenfall in einem Kernkraftwerk in Deutschland wissen Sie offensichtlich deutlich mehr als die Menschen hier. Oder Sie sind schlicht schlecht informiert und behaupten Tatsachen, worüber Sie einfach bei Weitem offenbar nicht genug Bescheid wissen (ohne diese Art der Energiegewinnung verteidigen zu wollen). E pessoas vivendo com os nervos à flor da pele também ainda não encontrei, mas vossa senhoria deve saber melhor...

Espero que uma solução sensata seja encontrada, mas para isso as leis ambientais precisam ser respeitadas...

Valdemar hobus em 23/02/2008 às 15h25
Esiste pessoas que nao tem a minina ideia de escrevem
morei dez anos na alemanha e trabalhava quase todos
os dias com inspetores do TÜV e sei de muitas coisa
sobre leis anbientais na alemanha quantos problemas
GRAVE acontecerao nas uzinas nucleares alemaes.tambem sei
que na alemanha ,sao aproveitados todos os potenciais hidroeletricos
por mais pequeno que sejao ,ate micro centrais energeticas,nao inporta a potencia .senhor professor SARDA, VOCE sabia que 80%
(oitenta por cento) dos rios na ALEMANHA tiverao seus cursos
naturais alterados? tanto para producao de enegia e tambem
tornando os rios navegaveis
NAO acredito que a firma HEIDRICH geracao tenha intencoes
de destruir o meio ambiente como estao citando algumas pessoas
sem conhecimento de causa ,QUERO ver na casa destas pessoas
que se intitulhao ecologistas se aumenos vao ao mercado e levao
seu cestos de compras ,e nao levao sacolas plasticas que vao ser
jogadas no lixo e ficarao para as proximas geracoes. sera que separao seu lixo domestico ,se eque sao tao ecologistas ,poderao
sobreviver sem energia,sem petroleo, sem automoveis,que tanto
prejudica o meio ambiente . ANTES de tecer criticas nao seria mais
facil dar sugestoes,para melhorar os emprendimentos desta naturesa
enviar sugestoes CRITICAR e facil,
Gratos nao sou profesor sou montador mecamico

Valdemar Hobus em 23/02/2008 às 16h51
Profesor Angelo sarda vossa senhoria pode consutar
um saite www.bmu.de/atomenergie

Michele O. C. em 23/02/2008 às 19h16
Caro Valdemar Hobus, pelo que se observa no texto que você escreveu, há muitos erros de português o que indica que você não tem o hábito da leitura. Então fica uma dica para você: leia bastante, mas principalmente temas sobre meio ambiente para você ter conhecimento e condições para falar sobre um assunto tão delicado e importante. Pelo que sei da campanha sobre esta PCH não está se questionando a questão energética, se ela é importante ou não. É óbvio que precisamos de energia, mas em primeiro lugar deve-se levar em consideração que temos leis ambientais para serem cumpridas no Brasil, pelo que sei sobre o caso não há estudos de impacto ambiental da obra. Então eu diria a você: se conhece as leis ambientais da Alemanha, procure também conhecer as do teu país: O Brasil. Mais uma, o que pensa em deixar para as futuras gerações (seus filhos e netos) somente energia?
Lembre-se energia hidroelétrica vem da água, se não preservar o meio ambiente, no caso as florestas, não teremos água para gerar energia. Está na hora de nos preocupar-mos em gerar energia alternativa, limpas, de menores impactos e não poluidoras.

Odair L. Andreani - Blumenau em 24/02/2008 às 15h15
Caros da APREMAVI,

Parabéns pelo trabalho, que mais uma vez se faz presente no combate à degradação, cobrindo gratuita e voluntariamente a funcção negligenciada de orgãos ambientais oficiais (FATMA).

Comentários como os que temos lido, retro, não devem em momento nenhum esmorecer a luta, pelos seguintes fatos:

1) Percebe-se tratar-se de pessoas aliciadas pelos "empreendedores" ou a eles diretamente vínculados;

2) Os comentários seguem a fórmula ULTRAPASSADA da destruição x desenvolvimento;

3) São a manifestação de alguns "BOBOS DA CORTE" que soltam palavras o vento, sem conhecimento técnico/científico e o mais grave, sem conhecimento da causa;

Finalizando, é evidente que os "comentaristas de aluguel", e os destruidores, quando insuportável a vida em sua aldeia, tem condições de buscar outros lugares para novamente iniciar nova empreitada de destruição.

Afinal alguém poderia me responder onde é que está sendo investido a maior parte do lucro destes empresários, que não no vistoso e belo litoral catarinense de frente para uma bela vista de natureza preservada e em fazendas pelo norte do país onde ainda resta riqueza a ser explorada. Enquanto que as familias que serão afetadas pela escassez da água, provacada pelo desvio para saciar a sanha de lucro dos "GIGOLÔS DAS NATUREZA", só lhes restará continuarem vivendo a mingua vendo sua capacidade produtiva reduzida, entregar suas propriendades por ninharias, mudarem-se para periferias de cidades e viverem dos sub-empregos oferecidos pelos mesmos "GENEROSOS EMPRESÁRIOS" que lhes solaparam a propriedade.

E assim segue a vida ...

Odair - Advogado Blumenau


Osni Sens em 24/02/2008 às 20h16
Nao tem nada mais importante do que qualquer ser humano ter saude, lembre-se que se nos olharmos mais 10 anos para frente podemos chegar ao um momento de entrarmos em um hospital e chegar la e nao ter energia, porem se as pessoas que defendem o meio ambiente que eu acho que esta muito correto se nao obtemos a energia hidroeletrica com certeza teremos energia termoeletrica para substituir a hidroeletrica qualquer ambientalista que defenda o meio ambiente tem que refletir sobre isso!

Fábio Roussenq em 25/02/2008 às 11h07
Se mantivermos os níveis atuais de consumo precisaremos de mais um planeta terra para aplacarmos a ânsia consumista.

Chegamos um estágio em que os danos ambientais(e nisto incluimos todos nós pois seremos as vítimas diretas desta insânia) são irreversíveis, ou seja, o planeta terra(leia-se natureza) já está cobrando a (caríssima)fatura, e assim pergunto a todos(em especial os mal educados defensores do progresso irresponsável que não sabem dialogar e somente desmerecer o trabalho daqueles que querem o bem deles também) de que qualidade de vida estamos falando? podemos viver sem água? podemos comer concreto? energia para que? para dentro em breve não produzirmos mais nada em face do desregrado consumo de recursos minerais não renováveis e extremamente poluidores? É esta vida que querem para vocês e as próximas gerações? CHEGA DESTA HIPOCRISIA DE PAUTAREM SUAS AÇÕES DEPREDATÓRIAS NA RETÓRICA DA GERAÇÃO DE EMPREGO, DO DESENVOLVIMENTO(???) E QUALIDADE DE VIDA(???) SOMOS PASSAGEIROS DA MESMA NAVE E TODOS VAMOS SOFRER(UNS MAIS BRUTALMENTE) OS MALEFÍCIOS QUE FAZEMOS A NÓS MESMOS...

Parabéns a APREMAVI e a todos que, de forma LIVRE E CONSCIENTE, pensam no amanhã aprendendo com o ontem e preservando o que resta no hoje.

Greice K. em 25/02/2008 às 18h52
Cara Michele O. C.
como a do meu pai, senhor Valdemar Hobus, nosso habito de leitura é muito intenso, mais para pessoas que vivem já a muitos anos fora do país, causa alguns transtornos na língua mae.... deixando a leitura de lado, entao antes de criticar conheca os fatos!!!
O senhor Valdemar por respeito aos brasileiros escreveu em sua maneira, nao sendo gramaticamente perfeita mas todos compreenderam ao contrario do Senhor Sarda que por muita falta de respeito deixou seu texto em língua alema.
Me desculpem se meus erros os encomodam, além do que estou com teclado alemao, o que nao me permite acentuacao.

Vamos arrumar solucoes e nao problemas, vamos aceitar meios de producao de energia que näo produzam resíduos que prejudiquem a natureza perpetuamente.

Greice


Apremavi em 27/02/2008 às 14h39
Infelizmente estamos tendo que desabilitar este forum de debates, devido ao recebimento de inúmeros comentários ofensivos ao trabalho da Apremavi, feito por pessoas que não se indentificaram e que em nada contribuem para a discussão dos reais problemas ambientais da região e nem com os objetivos da instituição.
Aproveitamos para lembrar, que o objetivo da Apremavi é trabalhar para preservar o meio ambiente, do qual TODOS dependem!

Temas


Ferramentas

Imprimir
Enviar por e-mail
 

Boletim informativo

Cadastre-se para receber as novidades da Apremavi em seu e-mail.

Nome:

Endereço de e-mail:

© Copyright 2002-2009, Apremavi - Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida.