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2. As Diferentes Matas da Mata Atlântica

Floresta Ombrófila Densa

Mata sempre verde, com o “teto” da floresta de até 15m, com árvores emergentes de até 40m de altura. Densa vegetação arbustiva. As bromélias, orquídeas, cactos e samambaias também são muito abundantes. Nas áreas mais úmidas, às vezes temporariamente encharcadas, antes da degradação pelo homem ocorriam figueiras, jerivás e palmitos. Estende-se do Ceará ao Rio Grande do Sul, localizada principalmente nas encostas da Serra do Mar, da Serra Geral e em ilhas situadas no litoral entre os Estados do Paraná e do Rio de Janeiro.

Floresta Ombrófila Mista

Conhecida como Mata de Araucárias, pois o Pinheiro Brasileiro (Araucaria angustifolia) constitui o andar superior da floresta, com sub-bosque bastante denso. Antes da interferência humana, essa formação ocorria em grandes proporções nas regiões dos planaltos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e em maciços descontínuos, nas partes mais elevadas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.

Floresta Estacional

(Decidual e Semidecidual)

Mata com árvores de 25m a 30m, com a presença de espécies que derrubam as folhas durante o inverno. Considerável ocorrência de epífitas e samambaias nos locais mais úmidos, e grande quantidade de cipós (trepadeiras). Ocorriam, antes da degradação pelo homem, a leste das Florestas Ombrófilas da encosta atlântica, entrando pelo Planalto Brasileiro até as margens do Rio Paraná.

Floresta Ombrófila Aberta

É considerada um tipo de transição da Floresta Ombrófila Densa, ocorrendo em ambientes com características climáticas mais secas. É encontrada, por exemplo, na Bahia, Espírito Santo e Alagoas.

Brejos Interioranos

São áreas de clima diferenciado, no interior do ­semi-árido, também conhecidas regionalmente como “serras úmidas”, por ocuparem primitivamente a maior parte dos tabuleiros e das encostas orientais do Nordeste.

Campos de Altitude

Normalmente ocorrem em elevações e em linhas de cumeadas, associados ou não a fragmentos florestais. Vegetação típica de ambientes montano e alto-montano, com estrutura arbustiva e/ou herbácea. Caracterizam-se por uma ruptura na seqüência natural das espécies presentes nas formações fisionômicas circunvizinhas e a vegetação é formada principalmente por comunidades de gramíneas e arbustos, com grande quantidade de endemismos.

Manguezais

Formação que ocorre ao longo dos estuários, em função da água salobra produzida pelo encontro da água doce dos rios com a água do mar. É uma vegetação muito característica por possuir apenas sete espécies de árvores, mas abriga uma diversidade de microalgas pelo menos dez vezes maior. Essa floresta invisível é capaz de ocupar, com cerca de 200 mil representantes, um único centímetro quadrado de raiz de mangue.

Restinga

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Ocupa grandes extensões do litoral, sobre dunas e planícies costeiras. Inicia-se junto à praia, com gramíneas e vegetação rasteira, e torna-se gradativamente mais variada e desenvolvida à medida que avança para o interior, podendo também apresentar brejos com densa vegetação aquática. Abriga muitos cactos, orquídeas e bromélias. Essa formação encontra-se hoje muito devastada pela urbanização.

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