Mata Atlântica em Restauração

A Restauração da Mata Atlântica é primordial para garantir a integridade ecológica dos ecossistemas e a manutenção da  biodiversidade e da variabilidade genética das florestas, além de ser uma das estratégias brasileiras de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

A Apremavi acredita que a restauração das florestas pode ser aliada de todos no cumprimento do Código Florestal, e por isso, vem desenvolvendo ações desta natureza desde sua fundação.

Como Restaurar Áreas Degradadas

Existem diferentes metodologias para realizar a restauração de área degradadas. Plantar mudas de árvores nativas é uma delas.

No caso dos imóveis rurais a restauração das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e da Reserva Legal (RL), além de ser obrigatória por lei,  é necessária e urgente. Amargens dos rios e nascentes, desempenham um papel fundamental na garantia da manutenção da quantidade e da qualidade da água, influenciando diretamente a qualidade de vida das pessoas.

Em muitas áreas rurais são visíveis os efeitos negativos nos rios que não possuem a proteção da vegetação ciliar. Nos períodos de estiagem corre pouca água em seus leitos. Já nas épocas de chuvas ocorrem enchentes e enxurradas. As florestas e demais formas de vegetação ciliar desempenham um efeito “esponja”, absorvendo e liberando aos poucos a água das chuvas, alimentando o lençol freático e, por consequência, os cursos d’água.

Para restaurar uma área degradada pode-se adotar diferentes estratégias ou metodologias de recuperação.

Na hora de realizar o plantio em áreas degradadas é importante utilizar espécies adaptadas e de ocorrência natural na região e diversificar com espécies de ciclo de vida mais curtos e ciclos mais longos. É importante saber que cada espécie tem o seu papel na restauração dos ambientes degradados.

Em qualquer dos métodos é importante plantar espécies frutíferas que servem de alimento à fauna silvestre e também para consumo humano.

Independente da metodologia, é necessário o comprometimento e entendimento do agricultor, do pecuarista, do piscicultor e de qualquer outro proprietário ou detentor de imóvel rural, de que as APPs e a RL são importantes e sua recuperação é necessária para melhoria da qualidade de vida da sua família e da comunidade. O comprometimento do detentor do imóvel é um fator decisivo para o sucesso da restauração de áreas degradadas.

Metodologias de Restauração

Abandono das áreas, mediante isolamento (construção de cercas). Este procedimento é mais demorado para formação da nova floresta  e só é eficaz se próximo às áreas abandonadas existirem matas nativas, que serão fontes de fornecimento de sementes para a dispersão natural através da ação do vento e principalmente dos animais silvestres. Pode-se acelerar esse processo com a instalação de poleiros artificiais facilitando o pouso e a permanência das aves no local a ser recuperado.
Regeneração natural
Em áreas onde já existem remanescentes florestais nativos em estágio inicial ou médio de regeneração, porém a diversidade de espécies é pequena, pode-se realizar o plantio de espécies nativas adaptadas a áreas mais sombreadas, promovendo assim o enriquecimento ecológico de florestas secundárias.
Enriquecimento ecológico de florestas secundárias
Nesse caso pode-se acelerar o processo de recuperação em alguns anos. No plantio das mudas é importante observar a diversificação de espécies, para que se obtenha no futuro uma floresta com maior biodiversidade, mais próxima possível da floresta original.
Plantio de mudas de espécies nativas
É uma metodologia de restauração que concilia a recuperação de áreas degradas com atividades de agricultura e ou subsistência. O sistema agroflorestal é uma forma de usar a terra na qual se combinam espécies de árvores com cultivos agrícolas de várias espécies, como por exemplo, o cultivo de palmito, erva-mate, banana, ou ainda árvores frutíferas e ervas medicinais. Pode ser implementado em áreas onde não há vegetação ou onde ela já exista. Representa uma maneira sustentável de agricultura que não precisa desmatar e queimar áreas para implantação de grandes lavouras, mas concilia a produção agrícola com a preservação ambiental.
Sistemas agroflorestais

Regeneração natural

Abandono das áreas, mediante isolamento (construção de cercas). Este procedimento é mais demorado para formação da nova floresta  e só é eficaz se próximo às áreas abandonadas existirem matas nativas, que serão fontes de fornecimento de sementes para a dispersão natural através da ação do vento e principalmente dos animais silvestres. Pode-se acelerar esse processo com a instalação de poleiros artificiais facilitando o pouso e a permanência das aves no local a ser recuperado.

Enriquecimento ecológico de florestas secundárias

Em áreas onde já existem remanescentes florestais nativos em estágio inicial ou médio de regeneração, porém a diversidade de espécies é pequena, pode-se realizar o plantio de espécies nativas adaptadas a áreas mais sombreadas, promovendo assim o enriquecimento ecológico de florestas secundárias.

Plantio de mudas de espécies nativas

Nesse caso pode-se acelerar o processo de recuperação em alguns anos. No plantio das mudas é importante observar a diversificação de espécies, para que se obtenha no futuro uma floresta com maior biodiversidade, mais próxima possível da floresta original.

Sistemas agroflorestais

É uma metodologia de restauração que concilia a recuperação de áreas degradas com atividades de agricultura e ou subsistência. O sistema agroflorestal é uma forma de usar a terra na qual se combinam espécies de árvores com cultivos agrícolas de várias espécies, como por exemplo, o cultivo de palmito, erva-mate, banana, ou ainda árvores frutíferas e ervas medicinais. Pode ser implementado em áreas onde não há vegetação ou onde ela já exista. Representa uma maneira sustentável de agricultura que não precisa desmatar e queimar áreas para implantação de grandes lavouras, mas concilia a produção agrícola com a preservação ambiental.

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